Foi publicado no Expresso - Caderno de Economia - na edição de 7 de Outubro o anúncio para a selecção dos candidatos ao concurso de exploração de uma unidade hoteleira, de quatro ou mais estrelas, nas instalações da estação de Santa Apolónia, na cidade de Lisboa.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
sábado, 14 de outubro de 2017
Alta Velocidade Medina-Meca
O AVE "galego" de Arábia já
está pronto
O consócio
espanhol, que inclui a empresa de Ourense, COPASA, finaliza as obras do comboio
a MECA, que arrancará em Janeiro de 2018.
O AVE entre Meca e Medina, as duas
cidades santas do Islão, já é uma realidade.
Uma
realidade com 450 quilómetros de carris, respectivas linhas de comunicação e
quatro macro-estações, uma obra gigantesca no meio de um deserto de pedra e areia
na Arábia Saudita encarregada a um consócio espanhol no qual a empresa de
construção COPASA, empresa da Galiza, tem um papel importante.
Toda a via
já está preparada e apenas falta começar a circulação dos comboios, para os
testes em Janeiro próximo.
No final do primeiro trimestre de
2018 está previsto o início do serviço comercial para uma movimentação diária de
160000 passageiros. Esta ligação foi concebida exclusivamente para o transporte
de peregrinos entre as duas cidades, sendo que actualmente só o podem fazer por
via rodoviária.
O custo de toda esta infraestrutura
alcança a cifra de quase 6800 milhões de euros.
O grupo de
empresas de Ourense a que preside José Luís Suárez - sendo ele próprio o maior
acionista - teve a seu cargo a construção de três troços com um total de 240
quilómetros.
Em Junho
completou-se a montagem das vias entre as estações de Yeda e Meca. A parte mais
difícil para o trabalho desta firma foi o atingir Meca devido aos sucessivos
atrasos acumulados pelo consócio chinês-saudita responsável pelos trabalhos de
preparação da plataforma onde estão montadas as vias. Estes atrasos foram
sobretudo devidos à abertura de trincheiras na saída de Yeda.
Os trabalhos
ainda pendentes limitam-se ao nivelamento, soldaduras e tensões, cujo final
está previsto para o próximo Novembro.
A parte
restante da via (207 quilómetros) foi executado pela firma OHL, empresa de
Villar Mir, que agora trabalha nas ligações de via do trajecto com o aeroporto
de Yeda, entre Meca e Medina.
A presença
de empresas galegas nesta infraestrutura grandiosa no deserto afirmou-se quer
pela presença de chefes de obra como de pessoal de empresas subcontratadas e
até aos serviços de restauração para o acampamento que a COPASA tinha na zona,
junto a uma oficina e a uma fábrica de condutas, tudo no meio de nada e sob temperaturas
de mais de 50 graus em alguns meses.
Havia cerca de
cinquenta trabalhadores galegos, de um contingente que chegou a movimentar
cerca de 200 pessoas vindas de Espanha e meio milhar de trabalhadores locais.
Uma boa
parte de todo este pessoal já está desactivado, mas na Arábia Saudita - um país
complicado para condições de trabalho quer pelas condições climáticas, quer
pelas condições políticas - ficará durante os próximos 12 anos de contrato
pessoal para a manutenção de via.
Citando La Voz de Galícia de 20171005
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quarta-feira, 7 de junho de 2017
METRO MONDEGO ???
Com a devida vénia.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
A TRAGÉDIA DO METRO MONDEGO - ARTIGO NO PÚBLICO
Minha crónica no Público de hoje (na foto a Baixa de Coimbra):
Pedro Marques, ministro do Planeamento e Infraestruturas do governo PS, veio na sexta-feira passada avolumar a tragédia do Metro Mondego, que já dura há um quarto de século. Neste processo, o governo foi sempre a locomotiva dos disparates, mas as câmaras da Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra seguiram por vezes a reboque. Havia um comboio da Lousã até Coimbra, que, por razões de segurança, não podia ir até à estação de Coimbra B. Gastaram-se mais de cem milhões de euros sem se ter avançado um metro! O estado nem sequer é o inicial: está tudo pior, muito pior. Foram retirados os carris da linha da Lousã, vendidos a sucateiros, e colocados a circular uns pindéricos autocarros que fazem um arremedo de serviço. Ao mesmo tempo arrasou-se a Baixa de Coimbra, que está semelhante a Alepo. Agora, veio o ministro dizer, sem se rir, que vai melhorar os autocarros. E as três câmaras, todas elas do PS, aplaudem.
Esta é a política nacional no seu pior: as populações dos três concelhos foram repetidamente ludibriadas pelos políticos. Já houve inúmeros casos de incompetência na política portuguesa, mas nenhum tão grave como este. Não foi só um governo, foram sucessivos governos. Não foi um só presidente da Câmara, foram vários nos três concelhos. Mas têm algo em comum: foram sempre políticos do PS e do PSD. Entre os responsáveis nacionais encontramos, por exemplo, José Sócrates, Mário Lino, Passos Coelho e Miguel Relvas. Foi um "fartar vilanagem" de estudos e mais estudos, de más decisões, de dinheiro desperdiçado, de anúncios públicos enganadores. Dois gestores do Metro Mondego foram a tribunal por terem usado cartões de crédito da empresa em despesas pessoais, que incluíram “copos e mulheres”. Mas esta não é a única burla, já que todo o processo é uma burla completa.
O ministro do PS veio agora apresentar uma solução desengonçada, com pneus em vez de carris: é o “Metropneu”. Os passageiros vão ficar à espera dos autocarros na paragem dos comboios. Bem poderão esperar pois não há nenhum sistema do género a funcionar na Europa. Diz o ministro que a solução foi importada de uma pequena cidade do Japão. Mas aí uma linha de comboio foi destruída por um tsunami, enquanto entre nós o tsunami foi político, um vendaval de incompetência e desatino. O novo estudo, encomendado e logo entregue, só podia ser tosco. Não serve, pois já existem autocarros entre a Lousã e Coimbra e a população pura e simplesmente não os quer. A Lousã precisa de um comboio como aliás já teve. E, em Coimbra, já existem autocarros, que também não suprem as necessidades dos cidadãos. A cidade precisa de um serviço moderno de mobilidade, cuja espinha dorsal deve ser uma linha de eléctrico rápido. A anunciada frota de autocarros não vai funcionar na linha do comboio lousanense, pois, num perfil de montanha, há sítios onde dois autocarros não se podem cruzar. Por outro lado, em Coimbra, também não entram, sem um túnel, autocarros e carros no Largo de Celas, que é a porta do Hospital Universitário.
Há, para além da questão judicial de apuramento de responsabilidades, uma questão política de fundo. Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra estão a ser tratadas com enorme desdém pelo actual governo, como já o foram pelos anteriores. Se o “Metropneu” fosse bom já estava há muito instalado em Lisboa e no Porto. Jorram milhões e milhões para os metros dessas cidades (o CDS quer muito mais, quer hipotecar o país todo com duas novas dezenas de estações em Lisboa). Mas, fora de Lisboa e Porto, os políticos, subordinados às chefias dos seus partidos, têm de viver das sobras. Nas eleições para a Câmara de Coimbra, há um candidato do Largo do Rato e outro da Rua de S. Caetano à Lapa que se contentam com poucochinho. Tanto um como outro são políticos déjà-vu, personagens da tragédia do Metro Mondego que, nas suas longas carreiras, nunca deram voz a Coimbra. A recente manobra eleitoralista do ministro do PS, com a pseudo-oposição do PSD (basta reparar que o administrador do Metro Mondego é do PSD), devia envergonhar o governo e os seus apoiantes. Onde anda António Costa, que tanto gosta de falar de descentralização? Ou será que descentralizar é tirar do Centro?
Posted by Carlos Fiolhais at 07:30
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sexta-feira, 2 de junho de 2017
Metro do Mondego
Não será melhor chamar a polícia ?
Com a devida vénia:
Hoje é o dia em que um ministro do PS, Pedro Marques,vem acrescentar mais um remendo a um processo que tem mais de 25 anos e que está pior do que quando começou: o Metro Mondego. Foi um quarto de século de disparates, com o governo central à frente, com a cumplicidade da CP e da REFER, e com os municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã no comboio dos disparates. O disparate maior aconteceu logo no início, atrelando-se todos uns aos outros, só porque o comboio da Lousã parava numa ponta da cidade de Coimbra e não podia atravessar a cidade para ir para Coimbra B. Está tudo explicado na Wikipedia, com uma boa tradução em alemão para que a Europa saiba:
"A razão inicial para a construção de uma linha de metro de superfície entre Coimbra e Serpins não foi a necessidade de melhorar a rede de transportes urbanos de Coimbra, mas sim resolver a situação de ter um ramal ferroviário isolado da rede ferroviária nacional. Com efeito, por razões de segurança o serviço no Ramal da Lousã nos últimos trinta anos terminava em Coimbra Parque, a 800m da estação Coimbra A, que por sua vez tem ligação a Coimbra B, na Linha do Norte."
É claro: a linha chamada Metro Mondego que normalmente serve uma zona urbana era feita apenas por causa de um serviço ferroviário rural, zona rural onde nem sequer passava o rio Mondego. Claro que as populações de Lousã e Miranda do Corvo tinham direito ao acesso a Coimbra. E tinham-no por um comboio, tal como existe comboio de Coimbra para a Figueira da Foz ou para a Pampilhosa,
comboio esse que podia ser melhorado com pouco custo. Mas, em troca de um hipotético "metro", que foi oferecido como miragem, o comboio foi-lhes retirado. Os carris foram vendidos aos sucateiros. Em Coimbra destruíram por causa do metro o centro histórico da cidade, tornando a paisagem parecida com a Síria. E não havia nenhuma solução viável em carteira. De resto, não podia haver pois não faz sentido estrutural a mobilidade de uma cidade por causa de uma linha rural. O Metro Mondego seria quando muito para a Figueira da Foz. Nunca percebi por que é que o Metro Mondego não ia até à Figueira...
Quer dizer: as populações foram completamente enganadas pelos políticos nacionais e locais. Já houve muitos casos de incompetência na política em Portugal, mas nenhum tão grande como este. Não foi um só presidente da Câmara: foram vários nos três lados. Não foi só um governo nacional: foram os sucessivos governos. Mas há uma constante: foram sempre os políticos do PS e do PSD. Entre os responsáveis nacionais encontramos, por exemplo, José Sócrates, Mário Lino, Miguel Relvas e Miguel Maduro. Foi um "fartar vilanagem" de má política, de má gestão, de dinheiro gasto sem destino, de estudos e mais estudos de gente que não sabe fazer um estudo.
Passado um quarto de século, vem o ministro do PS apresentar uma solução desatinada, com autocarros em vez de comboios. É uma solução que envergonha o governo que a propõe, assim como os partidos que o apoiam. Dizem que o modelo é uma pequena aldeia piscatória no Japão, de 50 000 habitantes, que ninguém conhece. Mas há uma diferença: aí uma linha de comboio foi destruída por um tsunami, em Portugal houve um tsunami político , um vendaval de incompetência no serviço público por gente, muitas vezes sem escrúpulos, que só queria saber de si. Parece que foram gastos mais de cem milhões de euros, principalmente em estudos. E agora, com um novo estudo às três pancadas, um estudo de poucos meses, querem gastar mais outros cem milhões de euros numa solução que não é solução nenhuma, pois já existem autocarros entre a Lousã e Coimbra e a população pura e simplesmente não os quer. E já existem autocarros em Coimbra e também não servem as necessidades da população: Coimbra precisa de um serviço decente para a cidade toda e não apenas a ligações entre dois ou três lados. A anunciada mini-frota de autocarros não vai funcionar, conforme alertam os especialistas: entre a Lousã e Coimbra numa linha difícil não podem passar ao mesmo tempo dois autocarros, terão de esperar um pelo outro nas estações. Receio que haja acidentes, pois não há no mundo desse tipo para autocarros, mas sim para comboios, que têm sistemas de sinalização próprios. Em Coimbra também é óbvio que não passam, sem túnel, dois autocarros e carros ao mesmo tempo por exemplo no Largo de Celas, que é a porta de entrada do Hospital Universitário.
Era preciso um estudo, mas se calhar não um estudo de engenharia (competência que nesta área terá de ser procurada fora do país, há na Europa soluções bem planeadas e testadas em cidades como Coimbra), mas sim uma investigação policial, Tudo leva a crer que houve crimes de gestão danosa. Por que não se chama a polícia?
Há, além do mais, aqui um problema político de fundo: Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra têm sido tratadas com total desprezo pelo governo do país, o actual depois de todos os outros. Jorram milhões para o metro do Porto (porventura outro caso de polícia) e de Lisboa (o CDS quer mais, muito mais, quer hipotecar o país todo com mais duas dezenas de estações em Lisboa). No Centro os políticos não têm, qualquer capacidade pois estão subordinados às sedes nacionais do partido. Para chamar as pessoas pelos nomes, Manuel Machado é o candidato do Largo do Rato e Jaime Ramos é o candidato da S. Caetano à Lapa à Câmara de Coimbra. Tanto Machado como Ramos estão directamente envolvidos no caso do Metro Mondego dadas as suas ligações partidárias e as suas longas carreiras políticas: são ambos dinossauros do tempo que viu nascer e crescer a tragédia do Metro Mondego. É o vergonhoso que os dois partidos não ofereçam melhor.
Vai haver eleições a 1 de Outubro. Quem escolher mais dos mesmos, arrisca-se a ter mais dos mesmos.
Não será melhor chamar a polícia ?
Com a devida vénia:
sexta-feira, 2 de junho de 2017
METRO MONDEGO: O TSUNAMI DAS POLÍTICAS PS E PSD
Hoje é o dia em que um ministro do PS, Pedro Marques,vem acrescentar mais um remendo a um processo que tem mais de 25 anos e que está pior do que quando começou: o Metro Mondego. Foi um quarto de século de disparates, com o governo central à frente, com a cumplicidade da CP e da REFER, e com os municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã no comboio dos disparates. O disparate maior aconteceu logo no início, atrelando-se todos uns aos outros, só porque o comboio da Lousã parava numa ponta da cidade de Coimbra e não podia atravessar a cidade para ir para Coimbra B. Está tudo explicado na Wikipedia, com uma boa tradução em alemão para que a Europa saiba:
"A razão inicial para a construção de uma linha de metro de superfície entre Coimbra e Serpins não foi a necessidade de melhorar a rede de transportes urbanos de Coimbra, mas sim resolver a situação de ter um ramal ferroviário isolado da rede ferroviária nacional. Com efeito, por razões de segurança o serviço no Ramal da Lousã nos últimos trinta anos terminava em Coimbra Parque, a 800m da estação Coimbra A, que por sua vez tem ligação a Coimbra B, na Linha do Norte."
É claro: a linha chamada Metro Mondego que normalmente serve uma zona urbana era feita apenas por causa de um serviço ferroviário rural, zona rural onde nem sequer passava o rio Mondego. Claro que as populações de Lousã e Miranda do Corvo tinham direito ao acesso a Coimbra. E tinham-no por um comboio, tal como existe comboio de Coimbra para a Figueira da Foz ou para a Pampilhosa,
comboio esse que podia ser melhorado com pouco custo. Mas, em troca de um hipotético "metro", que foi oferecido como miragem, o comboio foi-lhes retirado. Os carris foram vendidos aos sucateiros. Em Coimbra destruíram por causa do metro o centro histórico da cidade, tornando a paisagem parecida com a Síria. E não havia nenhuma solução viável em carteira. De resto, não podia haver pois não faz sentido estrutural a mobilidade de uma cidade por causa de uma linha rural. O Metro Mondego seria quando muito para a Figueira da Foz. Nunca percebi por que é que o Metro Mondego não ia até à Figueira...
Quer dizer: as populações foram completamente enganadas pelos políticos nacionais e locais. Já houve muitos casos de incompetência na política em Portugal, mas nenhum tão grande como este. Não foi um só presidente da Câmara: foram vários nos três lados. Não foi só um governo nacional: foram os sucessivos governos. Mas há uma constante: foram sempre os políticos do PS e do PSD. Entre os responsáveis nacionais encontramos, por exemplo, José Sócrates, Mário Lino, Miguel Relvas e Miguel Maduro. Foi um "fartar vilanagem" de má política, de má gestão, de dinheiro gasto sem destino, de estudos e mais estudos de gente que não sabe fazer um estudo.
Passado um quarto de século, vem o ministro do PS apresentar uma solução desatinada, com autocarros em vez de comboios. É uma solução que envergonha o governo que a propõe, assim como os partidos que o apoiam. Dizem que o modelo é uma pequena aldeia piscatória no Japão, de 50 000 habitantes, que ninguém conhece. Mas há uma diferença: aí uma linha de comboio foi destruída por um tsunami, em Portugal houve um tsunami político , um vendaval de incompetência no serviço público por gente, muitas vezes sem escrúpulos, que só queria saber de si. Parece que foram gastos mais de cem milhões de euros, principalmente em estudos. E agora, com um novo estudo às três pancadas, um estudo de poucos meses, querem gastar mais outros cem milhões de euros numa solução que não é solução nenhuma, pois já existem autocarros entre a Lousã e Coimbra e a população pura e simplesmente não os quer. E já existem autocarros em Coimbra e também não servem as necessidades da população: Coimbra precisa de um serviço decente para a cidade toda e não apenas a ligações entre dois ou três lados. A anunciada mini-frota de autocarros não vai funcionar, conforme alertam os especialistas: entre a Lousã e Coimbra numa linha difícil não podem passar ao mesmo tempo dois autocarros, terão de esperar um pelo outro nas estações. Receio que haja acidentes, pois não há no mundo desse tipo para autocarros, mas sim para comboios, que têm sistemas de sinalização próprios. Em Coimbra também é óbvio que não passam, sem túnel, dois autocarros e carros ao mesmo tempo por exemplo no Largo de Celas, que é a porta de entrada do Hospital Universitário.
Era preciso um estudo, mas se calhar não um estudo de engenharia (competência que nesta área terá de ser procurada fora do país, há na Europa soluções bem planeadas e testadas em cidades como Coimbra), mas sim uma investigação policial, Tudo leva a crer que houve crimes de gestão danosa. Por que não se chama a polícia?
Há, além do mais, aqui um problema político de fundo: Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra têm sido tratadas com total desprezo pelo governo do país, o actual depois de todos os outros. Jorram milhões para o metro do Porto (porventura outro caso de polícia) e de Lisboa (o CDS quer mais, muito mais, quer hipotecar o país todo com mais duas dezenas de estações em Lisboa). No Centro os políticos não têm, qualquer capacidade pois estão subordinados às sedes nacionais do partido. Para chamar as pessoas pelos nomes, Manuel Machado é o candidato do Largo do Rato e Jaime Ramos é o candidato da S. Caetano à Lapa à Câmara de Coimbra. Tanto Machado como Ramos estão directamente envolvidos no caso do Metro Mondego dadas as suas ligações partidárias e as suas longas carreiras políticas: são ambos dinossauros do tempo que viu nascer e crescer a tragédia do Metro Mondego. É o vergonhoso que os dois partidos não ofereçam melhor.
Vai haver eleições a 1 de Outubro. Quem escolher mais dos mesmos, arrisca-se a ter mais dos mesmos.
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quinta-feira, 31 de março de 2016
Comemorações do 110º aniversário da Chegada do comboio a Vila Real de Santo António (2)
Em complemento à nota anterior chamamos a atenção de que está prevista para o dia 14 de Abril de 2016, pelas 18 horas no Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes, sito na Avenida da República em Vila Real de Santo António, uma apresentação pelo historiador Hugo Cavaco intitulada "1899 - Deverá o comboio chegar a Vila Real de Santo António?".
Esta apresentação está integrada nas comemorações dos 110 anos da chegada do comboio a Vila Real de Santo António promovidas pela autarquia local e igualmente na iniciativa do Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes intitulada "Arquivo Entre Histórias".
Esta apresentação está integrada nas comemorações dos 110 anos da chegada do comboio a Vila Real de Santo António promovidas pela autarquia local e igualmente na iniciativa do Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes intitulada "Arquivo Entre Histórias".
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segunda-feira, 28 de março de 2016
Comemorações do 110º aniversário da Chegada do comboio a Vila Real de Santo António
Nos dias de hoje já não é habitual uma autarquia lembrar-se do património histórico local no que se refere a Caminhos de Ferro.
No seu tempo lutaram por ter esse meio de transporte que representava o progresso e desenvolvimento locais.
Muitas localidades de Portugal aperceberam-se no século XIX das vantagens que a "viação acelerada" representava para o futuro das mesmas.
Daí que os autarcas desses tempos tivessem lutado para que as suas autarquias pudessem beneficiar desse meio que é o Caminho de Ferro.
Em muitas delas esse progresso só chegou já no século XX, como foi o caso de Vila Real de Santo António e daí as comemorações que em boa hora a Câmara Municipal no centésimo décimo aniversário da chegada do comboio resolveu promover.
No seu tempo lutaram por ter esse meio de transporte que representava o progresso e desenvolvimento locais.
Muitas localidades de Portugal aperceberam-se no século XIX das vantagens que a "viação acelerada" representava para o futuro das mesmas.
Daí que os autarcas desses tempos tivessem lutado para que as suas autarquias pudessem beneficiar desse meio que é o Caminho de Ferro.
Em muitas delas esse progresso só chegou já no século XX, como foi o caso de Vila Real de Santo António e daí as comemorações que em boa hora a Câmara Municipal no centésimo décimo aniversário da chegada do comboio resolveu promover.
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Viagens Turísticas com comboio na Extremadura Espanhola
Conforme notícia que se transcreve a seguir a Comunidade da Extremadura e a Renfe vão efectuar viagens turísticas em comboio com apoio onde conveniente de autocarro ou barco a zonas da sua Comunidade mas incluindo também uma digressão pelo nosso Alentejo, Alentejo Nordeste abandonado pela ferrovia portuguesa.
As viagens estão abertas aos nacionais de Portugal.
Creadas cuatro rutas turísticas en tren por Extremadura
As viagens estão abertas aos nacionais de Portugal.
Creadas cuatro rutas turísticas en tren por Extremadura
Fuente:: Expansión
El Gobierno de Extremadura y RENFE ponen en marcha cuatro rutas turísticas en tren por Extremadura, a raíz del convenio firmado el pasado junio para impulsar la promoción del turismo y el ferrocarril en la región.
Los viajes tendrán un precio de 40 euros y se realizarán todos los sábados de octubre.
Las rutas parten de Cáceres o Mérida y tienen entre sus destinos Valencia de Alcántara, el Parque Natural del Tajo Internacional, Marvão, Almendralejo y Zafra.
De las cuatro rutas diseñadas, dos tienen como origen Cáceres y otras dos Mérida y los recorridos abarcan destinos como Almendralejo, Zafra, Valencia de Alcántara, el Parque Internacional del Tajo, la Sierra de San Pedro y Marvão, en el vecino Portugal.
El billete tiene un precio de 40 euros para los adultos y de 10 euros para los menores de 14 años e incluye las visitas guiadas que se realizan y los desplazamientos en autobús, si son necesarios.
Con la compra del billete turístico, RENFE ofrece asimismo la posibilidad de contar con el acercamiento en tren hasta la ciudad de salida desde cualquier estación de Extremadura o un 50% en el precio de trenes de larga distancia desde otras comunidades.
OCTUBRE
Los viajes, de ida y vuelta en el día, se realizarán todos los sábados del mes de octubre.
El primero, el día 4, tendrá como punto de partida Cáceres desde donde el tren llega a Valencia de Alcántara, y desde allí, en bus, los viajeros se desplazan a la Sierra de San Pedro y atraviesan la frontera hasta Marvão, en el Alentejo portugués.
También es Cáceres el origen de la excursión que se realizará el 11 de octubre y el destino el Parque Natural del Tajo Internacional, que los viajeros recorrerán a bordo de un barco al que suben en el embarcadero de Cedillo, donde habrán llegado en autobús desde Valencia de Alcántara.
El sábado 18 de octubre el origen de la excursión, de carácter enológico en esta ocasión, es Mérida y el destino Almendralejo y sus conocidas bodegas, una de ellas situada en el interior de la plaza de toros de la localidad.
El día 25, último sábado del mes, la ruta que emprenderá el tren turístico parte asimismo de Mérida y tiene como destino Zafra, una de las más bellas localidades extremeñas y sede de renombrados secaderos de jamones ibéricos.
Los billetes para las cuatro rutas de los Trenes Turísticos de Extremadura se pueden adquirir en las agencias de viaje o en el teléfonos 902 555 902. Para obtener el descuento del 50% en los trenes de Larga Distancia que llegan a Extremadura desde otras comunidades se puede contactar con trenesturisticos@renfe.es.
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