sexta-feira, 5 de junho de 2009

Embarque no Serviço AVE e os genes de família

As regras de embarque para os comboios do sistema de Alta Velocidade em Espanha têm parecenças com as regras existentes para o transporte aéreo, tal como se verifica nos aeroportos.

Antes da chegada do comboio AVE, a zona respectiva do cais de embarque é vedada e sujeita a controle de segurança, sendo que a bagagem é controlada por equipamento similar ao dos aeroportos, impondo ao passageiro que estes trâmites sejam efectuados até alguns minutos antes da hora prevista de chegada do respectivo comboio.

Uma vez completado o serviço na estação e tendo o comboio seguido viagem, o dispositivo de segurança e controle montado é retirado do local ficando a gare com o aspecto tradicional e podendo ser utilizada por qualquer outro tipo de serviço ferroviário.

Claro que se o passageiro chegar após o período convencionado, mesmo que o comboio ainda se encontre na estação o acesso ao mesmo já não é possível. Neste caso nada difere como nos aeroportos aquando do respectivo embarque nas aeronaves.

No entanto, existem passageiros que por vezes querem uma atitude mais tradicional de embarque ferroviário e que se tornam num verdadeiro caso quando possuem genes de certas estirpes como é o caso versado na seguinte notícia.

"www.elpais.com

Francisco Franco Martínez-Bordiú trató de entrar en un vagón tras llegar tarde a la estación de Zaragoza.

La policía denunció en la tarde del pasado miercoles a Francisco Franco Martínez-Bordiu, nieto del general Franco, por vulnerar la ley de seguridad ciudadana al golpear a una vigilante del AVE en el andén de la estación de Delicias de Zaragoza.

Cuando Francisco Franco llegó, tarde, para coger el AVE hacia Madrid, el paso al andén estaba ya estaba cerrado, y una azafata le dio el alto. El nieto de Franco saltó la cinta de seguridad y bajó a la vía, donde aporreó las puertas de un vagón para que el convoy abriese las puertas.

Una vigilante que se hallaba en las proximidades intervino para apartarle. Francisco Franco la tiró al suelo, la pateó y profirió contra ella insultos xenófobos -la trabajadora es de origen argentino-.

Otros vigilantes acudieron para frenar el ataque y retuvieron al agresor hasta que llegó la policía.

La vigilante fue atendida de sus lesiones en una clínica de Zaragoza y presentó una denuncia contra su agresor.

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