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quinta-feira, 31 de março de 2016
Comemorações do 110º aniversário da Chegada do comboio a Vila Real de Santo António (2)
Em complemento à nota anterior chamamos a atenção de que está prevista para o dia 14 de Abril de 2016, pelas 18 horas no Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes, sito na Avenida da República em Vila Real de Santo António, uma apresentação pelo historiador Hugo Cavaco intitulada "1899 - Deverá o comboio chegar a Vila Real de Santo António?".
Esta apresentação está integrada nas comemorações dos 110 anos da chegada do comboio a Vila Real de Santo António promovidas pela autarquia local e igualmente na iniciativa do Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes intitulada "Arquivo Entre Histórias".
Esta apresentação está integrada nas comemorações dos 110 anos da chegada do comboio a Vila Real de Santo António promovidas pela autarquia local e igualmente na iniciativa do Arquivo Histórico Municipal António Rosa Mendes intitulada "Arquivo Entre Histórias".
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segunda-feira, 28 de março de 2016
Comemorações do 110º aniversário da Chegada do comboio a Vila Real de Santo António
Nos dias de hoje já não é habitual uma autarquia lembrar-se do património histórico local no que se refere a Caminhos de Ferro.
No seu tempo lutaram por ter esse meio de transporte que representava o progresso e desenvolvimento locais.
Muitas localidades de Portugal aperceberam-se no século XIX das vantagens que a "viação acelerada" representava para o futuro das mesmas.
Daí que os autarcas desses tempos tivessem lutado para que as suas autarquias pudessem beneficiar desse meio que é o Caminho de Ferro.
Em muitas delas esse progresso só chegou já no século XX, como foi o caso de Vila Real de Santo António e daí as comemorações que em boa hora a Câmara Municipal no centésimo décimo aniversário da chegada do comboio resolveu promover.
No seu tempo lutaram por ter esse meio de transporte que representava o progresso e desenvolvimento locais.
Muitas localidades de Portugal aperceberam-se no século XIX das vantagens que a "viação acelerada" representava para o futuro das mesmas.
Daí que os autarcas desses tempos tivessem lutado para que as suas autarquias pudessem beneficiar desse meio que é o Caminho de Ferro.
Em muitas delas esse progresso só chegou já no século XX, como foi o caso de Vila Real de Santo António e daí as comemorações que em boa hora a Câmara Municipal no centésimo décimo aniversário da chegada do comboio resolveu promover.
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quinta-feira, 13 de março de 2014
Linha do Algarve - Região Sotavento
Aquando dos preparativos para o Euro 2004 entre várias obras que o governo de então achou necessárias para corresponder ao evento, além dos estádios de futebol necessários (?), as vias de comunicação também estiveram em foco.
Na ferrovia falou-se, então, no eixo Braga-Faro, com a completa electrificação do percurso bem como controle centralizado do tráfego.
No Algarve tais movimentações conduziram a que a antiga linha do Sul passasse a ter o seu final em Tunes e o restante troço até Vila Real de Santo António conjuntamente com o Ramal de Lagos fossem integrados na Linha do Algarve.
No entanto, esta tal linha do Algarve, ficou logo desde início sujeita a ter troços com tratamento diferente.
Um troço central, entre Tunes e Faro, devidamente electrificado, com controle de tráfego centralizado e Convel.
Um troço, barlavento, correspondente ao antigo Ramal de Lagos, com controle de tráfego centralizado mas limitado, Convel e sem ser electrificado.
Um troço, sotavento, entre Faro e Vila Real de Santo António, sem electrificação, com controle de tráfego centralizado e Convel apenas entre Faro e Olhão. Entre Olhão e Vila real de Santo António continua o sistema de cantonamento telefónico com controle local de tráfego e operação manual nas estações e sem Convel.
Igualmente em termos de infraestrutura este parente pobre da linha do Algarve continuava uma manta de retalhos, com bons troços de infraestrutura entre estações, em travessa monobloco ou bibloco, com peso por eixo permitido de boa qualidade, com apenas duas limitações pontuais, e velocidades permitidas entre os 80 e 120 km/h.
No entanto, as estações de Olhão, Fuzeta-Moncarapacho, Tavira, Cacela e Vila Real de Santo António, todas limitadas a 40km/h no seu interior e a infraestrutura ainda com travessa de madeira.
Das oportunidades perdidas na altura dos trabalhos já referidos salientam-se duas:
a) A não aplicação do mesmo sistema aplicado ao troço entre Tunes e Faro aos restantes troços da linha do Algarve, com as consequentes economias de escala e de gestão;
b) A não duplicação do troço de maior tráfego, não só local como interegional, entre Tunes e Faro.
Mas a visão dos nossos administradores de empresas e dos próprios políticos no governo não usam, nas suas medidas, as unidades do sistema internacional de medição.
Preferem utilizar uma medida bem portuguesa, nacional e nossa, o PALMO.
Na ferrovia falou-se, então, no eixo Braga-Faro, com a completa electrificação do percurso bem como controle centralizado do tráfego.
No Algarve tais movimentações conduziram a que a antiga linha do Sul passasse a ter o seu final em Tunes e o restante troço até Vila Real de Santo António conjuntamente com o Ramal de Lagos fossem integrados na Linha do Algarve.
No entanto, esta tal linha do Algarve, ficou logo desde início sujeita a ter troços com tratamento diferente.
Um troço central, entre Tunes e Faro, devidamente electrificado, com controle de tráfego centralizado e Convel.
Um troço, barlavento, correspondente ao antigo Ramal de Lagos, com controle de tráfego centralizado mas limitado, Convel e sem ser electrificado.
Um troço, sotavento, entre Faro e Vila Real de Santo António, sem electrificação, com controle de tráfego centralizado e Convel apenas entre Faro e Olhão. Entre Olhão e Vila real de Santo António continua o sistema de cantonamento telefónico com controle local de tráfego e operação manual nas estações e sem Convel.
Igualmente em termos de infraestrutura este parente pobre da linha do Algarve continuava uma manta de retalhos, com bons troços de infraestrutura entre estações, em travessa monobloco ou bibloco, com peso por eixo permitido de boa qualidade, com apenas duas limitações pontuais, e velocidades permitidas entre os 80 e 120 km/h.
No entanto, as estações de Olhão, Fuzeta-Moncarapacho, Tavira, Cacela e Vila Real de Santo António, todas limitadas a 40km/h no seu interior e a infraestrutura ainda com travessa de madeira.
Das oportunidades perdidas na altura dos trabalhos já referidos salientam-se duas:
a) A não aplicação do mesmo sistema aplicado ao troço entre Tunes e Faro aos restantes troços da linha do Algarve, com as consequentes economias de escala e de gestão;
b) A não duplicação do troço de maior tráfego, não só local como interegional, entre Tunes e Faro.
Mas a visão dos nossos administradores de empresas e dos próprios políticos no governo não usam, nas suas medidas, as unidades do sistema internacional de medição.
Preferem utilizar uma medida bem portuguesa, nacional e nossa, o PALMO.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Passagem Pedonal entre as avenidas em Olhão
As obras que se fazem têm por vezes óbices caricatos como neste caso na linha do Algarve ao ponto quilométrico 350.110 e como diz o ditado "De boas intenções está o inferno cheio".
Como todos os Olhanenses se recordam a antiga passagem de
nível que unia a avenida da República com a avenida Dr. Bernardino da Silva foi,
em devido tempo, substituída por uma passagem desnivelada (inferior) com grande
vantagem para todo o tráfego rodoviário.
A referida passagem inferior está provida de acessos
pedonais que evitam o atravessamento por parte dos peões no nível da ferrovia,
através de passeios que acompanham a faixa de rodagem e acessos quer por rampa
quer por escada.
No entanto, desde o início da existência da passagem
desnivelada os peões sempre mostraram uma grande “resistência” em abandonar o
atravessamento a nível da via férrea o que originou que a REFER tivesse que
colocar uma passagem pedonal a nível (Pk350.11).
Mais recentemente o facto de a circulação na via pública ser
mais atreita a tentativas de assaltos mais reforçou a utilização da passagem
pedonal a nível em detrimento da desnivelada.
Essa passagem pedonal encontra-se provida dos meios de
segurança que a empresa da infraestrutura ferroviária (REFER) está obrigada a
manter para um trânsito seguro dos cidadãos que por ela optarem.
Uma dessas características é a existência de labirintos de
acessos de ambos os lados da via férrea de forma a “obrigar” o cidadão
que nela pretende efectuar o atravessamento a ver o movimento dos veículos
ferroviários de ambos os lados.
Durante muito tempo o piso era constituído por travessas do
caminho de ferro que possibilitavam o atravessamento de forma cómoda e prática.
Afim de modernizar esse mesmo piso, melhorando as condições
de uso e igualmente a segurança, foram recentemente as travessas de madeira
substituídas por placas de material anti-derrapante colocado entre os carris e
de rampas em cimento que permitem subir ao nível do carril para o
atravessamento e descer ao nível da rua do lado oposto.
Tal iniciativa por parte da REFER só merece o nosso aplauso
pelo cuidado que demonstra junto do cidadão em melhorar as condições de
atravessamento bem como a segurança.
Infelizmente em tudo na vida há sempre um MAS…
As condições agora criadas na madrugada do dia 20 de
Setembro de 2013 são as melhores para todos aqueles que por ali transitam,
sejam jovens ou adultos, a pé ou de bicicleta, mães empurrando os respectivos
carrinhos de bébé.
Já o mesmo não podemos dizer no caso de pessoas idosas com
limitações de locomoção ou em cadeira de rodas não motorizada.
É que as rampas de acessos construídas em cimento apresentam
um declive acentuado o que torna difícil ou mesmo problemático o uso da
passagem pedonal.
O remédio para tal óbice é fácil de resolver. Basta apenas
aumentar o comprimento da rampa, e existe espaço para o fazer, tornando o desnível
mais suave.
Na foto as setas verdes mostram o actual comprimento da
rampa de que estamos falando. Ora existe espaço para se aumentar o comprimento
da rampa como mostra a seta mais à direita (vermelha).
Sendo uma obra de fácil solução daqui se apela à REFER para
que prontamente seja solucionada a bem de todos os que, com um pouco de mais
limitações, por ela têm que passar no seu dia a dia.
As entidades locais em devido tempo foram alertadas e por
certo já desenvolveram os seus contactos junto da empresa proprietária da
infraestrutura ferroviária.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Recomendação da Assembleia da República acerca da Linha do Algarve
Foi publicado no Jornal Oficial de hoje uma recomendação da Assembleia da República ao Governo da Nação acerca da linha ferroviária do Algarve.
Transcrevemos abaixo:
Transcrevemos abaixo:
Diário
da República, 1.ª série — N.º 216 — 7 de novembro de 2013 6417
6418 Diário da República, 1.ª série —
N.º 216 — 7 de novembro de 2013
Resolução da Assembleia da República n.º 146/2013
Recomenda ao Governo que proceda às obras de remodelação e
eletrificação da Linha do Algarve
A
Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da
Constituição, recomendar ao Governo que proceda a uma maior articulação dos
horários dos comboios regionais com os comboios de longo curso
(Alfa--Pendulares e Intercidades).
Aprovada
em 25 de outubro de 2013.
A
Presidente da Assembleia da República, Maria
da Assunção A. Esteves.
Nota: Como o Diário da República utiliza o portugalês poderá por vezes ser difícil a interpretação de algumas palavras usadas. No texto transcrito apenas encontramos uma, eletrificação, que como todos poderão facilmente deduzir refere-se a electrificação.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Quando o Algarve passou a ter serviço de Tranvias
Já tinha passado a segunda guerra mundial quando Portugal começou a modernizar os seus caminhos de ferro em termos de veículos encomendando as primeiras locomotivas a diesel para as suas ligações mais rápidas. Essa foi uma opção acertada uma vez que a tracção a vapor estava a chegar ao final da linha em termos de economia/potência/velocidade.
Igualmente os caminhos de ferro portugueses apostaram em automotoras sendo que as primeiras de linha, para serviços regionais e interregionais, bem como como para serviços locais, encomendadas à firma sueca NOHAB, viessem a demonstrar uma fiabilidade e eficiência que faz com que nos dias de hoje, já não na ferrovia portuguesa mas na argentina ainda continuem a demonstrar as suas capacidades passados que são praticamente 66 anos da sua saída de fábrica.
Na sua época foram o sinal do moderno e da actualização da ferrovia portuguesa e em 1954 possibilitaram aos Caminhos de Ferro Portugueses (CP) introduzir nas linhas do Algarve um serviço de Tranvias, até então inexistente, que muito dinamizaram as ligações entre as diversas partes desta província.
O serviço até então praticado resumia-se a pouco mais do que quatro ligações de longo curso, Barreiro-Vila Real de Santo António, com as respectivas ligações a Lagos, diárias em cada sentido.
Localmente circulava um onibus diário em cada sentido.
No dia 1 de Novembro de 1954 inicia-se o serviço tranvias que se sobrepunha ao serviço de longo curso no trajecto Lagos-Vila Real de Santo António, efectuado pelas automotoras NOHAB.
A Gazeta dos Caminhos de Ferro Nº. 1606 (Ano LXVII) de 16 de Novembro de 1954 dá notícia desse melhoramento:
As comunicações ferroviárias entre Lagos e Vila Real de Santo António começaram a ser beneficiadas de 1 de Novembro em diante, com um serviço de automotoras, cómodas e rápidas, tocando em todas as estações e apeadeiros, e nas novas paragens de Alvalede, Patã, Vale Judeu, Marchil, Rio Seco, Bias, Fuzeta A e Aroeira. O trajecto de Lagos a Vila Real de Santo António, ou vice-versa, é efectuado em três horas e meia.
Há, diariamente, oito circulações em cada sentido. No sentido barlavento-sotavento, 5 de Lagos a Vila Real de Santo António (com partidas às 6.35, 8.35, 11.35, 17.35 e 19.35); uma de Lagos a Faro (partida às 13.35); outra de Lagos a Tunes (partida às 22.35); e outra de Faro a Vila Real de Santo António (partida às 16.05 horas).
No sentido contrário: 5 de Vila Real de Santo António (com partidas às 7.00, 9.00, 11.00, 16.00 e 18.00); uma de Vila Real de Santo António a Faro (com partida às 13.05); outra de Faro a Lagos; e ainda, outra de Tunes a Lagos (com partidas às 5.27 horas).
Os jornais do Algarve, ao noticiar este melhoramento, dirigem à C.P. expressões de gratidão e contentamento.
Igualmente os caminhos de ferro portugueses apostaram em automotoras sendo que as primeiras de linha, para serviços regionais e interregionais, bem como como para serviços locais, encomendadas à firma sueca NOHAB, viessem a demonstrar uma fiabilidade e eficiência que faz com que nos dias de hoje, já não na ferrovia portuguesa mas na argentina ainda continuem a demonstrar as suas capacidades passados que são praticamente 66 anos da sua saída de fábrica.
Na sua época foram o sinal do moderno e da actualização da ferrovia portuguesa e em 1954 possibilitaram aos Caminhos de Ferro Portugueses (CP) introduzir nas linhas do Algarve um serviço de Tranvias, até então inexistente, que muito dinamizaram as ligações entre as diversas partes desta província.
O serviço até então praticado resumia-se a pouco mais do que quatro ligações de longo curso, Barreiro-Vila Real de Santo António, com as respectivas ligações a Lagos, diárias em cada sentido.
Localmente circulava um onibus diário em cada sentido.
No dia 1 de Novembro de 1954 inicia-se o serviço tranvias que se sobrepunha ao serviço de longo curso no trajecto Lagos-Vila Real de Santo António, efectuado pelas automotoras NOHAB.
A Gazeta dos Caminhos de Ferro Nº. 1606 (Ano LXVII) de 16 de Novembro de 1954 dá notícia desse melhoramento:
As comunicações ferroviárias entre Lagos e Vila Real de Santo António começaram a ser beneficiadas de 1 de Novembro em diante, com um serviço de automotoras, cómodas e rápidas, tocando em todas as estações e apeadeiros, e nas novas paragens de Alvalede, Patã, Vale Judeu, Marchil, Rio Seco, Bias, Fuzeta A e Aroeira. O trajecto de Lagos a Vila Real de Santo António, ou vice-versa, é efectuado em três horas e meia.
Há, diariamente, oito circulações em cada sentido. No sentido barlavento-sotavento, 5 de Lagos a Vila Real de Santo António (com partidas às 6.35, 8.35, 11.35, 17.35 e 19.35); uma de Lagos a Faro (partida às 13.35); outra de Lagos a Tunes (partida às 22.35); e outra de Faro a Vila Real de Santo António (partida às 16.05 horas).
No sentido contrário: 5 de Vila Real de Santo António (com partidas às 7.00, 9.00, 11.00, 16.00 e 18.00); uma de Vila Real de Santo António a Faro (com partida às 13.05); outra de Faro a Lagos; e ainda, outra de Tunes a Lagos (com partidas às 5.27 horas).
Os jornais do Algarve, ao noticiar este melhoramento, dirigem à C.P. expressões de gratidão e contentamento.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Como cobrar mais na Linha do Algarve ou ....
Mais um texto do "BARLAVENTO" relativo ao serviço regional da linha do Algarve a ser praticado no próximo horário de Verão.
Claro que o operador aproveita imediatamente para "actualizar" os preços, como se o facto de a única melhoria, ar condicionado, compensar a vestutez do material e restante comodidade dispensada.
Como sempre mete-se uma capa de creme no pão de ló e cobra-se mais!!!
Depois, queixam-se que o cliente não gosta do logro.
Claro que o operador aproveita imediatamente para "actualizar" os preços, como se o facto de a única melhoria, ar condicionado, compensar a vestutez do material e restante comodidade dispensada.
Como sempre mete-se uma capa de creme no pão de ló e cobra-se mais!!!
Depois, queixam-se que o cliente não gosta do logro.
Conforto aumenta preços dos comboios no Algarve
filipe antunes
Apesar da climatização, nem tudo são boas notícias. De acordo com a CP, as tarifas irão sofrer um aumento de cinco por cento, que ainda não havia sido aplicado devido ao «fator de correção», até agora em vigor. A benesse tem vigorado devido ao desconforto das atuais automotoras.
Neste momento, não estão previstas mexidas nos horários, embora o Plano de Atividades da CP para 2011 preveja a eliminação das 10 circulações diárias do trajeto Faro-Tavira, substituindo-as pelos novos percursos completos entre Faro-Vila Real de Santo António, com 21 circulações aos dias úteis e 18 aos fins de semana.
Está igualmente em carteira a introdução da nova família de comboios Faro-Tunes, com quatro circulações aos dias úteis e fins de semana, a partir de maio. O mesmo plano estima que o aumento de comodidade incentive a procura.
22 de Fevereiro de 2011 15:07
filipe antunes
Linha do Algarve: Modernizar????? com o antigo
Conforme notícia que se transcreve do jornal "BARLAVENTO" com a devida vénia, anuncia-se a vinda, para o horário de Verão, de automotoras providas de ar condicionado para o serviço regional da linha do Algarve.
Lamenta-se que a notícia diga material novo, quando as unidades em questão são de construção anterior às que actualmente efectuam o serviço, apenas modernizadas com a introdução de ar condicionado. A sua larga quilometragem incluem as linhas do Minho, Douro, Oeste e Ramal da Lousã, entre outras.
Portanto, mais uma vez, como já vem sendo hábito nesta Região, vamos assistir a fazer flores com as flores recuperadas das campas!
Mas tem ar condicionado!
Lamenta-se que a notícia diga material novo, quando as unidades em questão são de construção anterior às que actualmente efectuam o serviço, apenas modernizadas com a introdução de ar condicionado. A sua larga quilometragem incluem as linhas do Minho, Douro, Oeste e Ramal da Lousã, entre outras.
Portanto, mais uma vez, como já vem sendo hábito nesta Região, vamos assistir a fazer flores com as flores recuperadas das campas!
Mas tem ar condicionado!
Ar condicionado chega pela primeira vez aos comboios do Algarve
filipe antunes
A decisão de trazer novos comboios para a linha regional do Algarve já é oficial. Depois de a hipótese ter sido ventilada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Rodoviário, que divulgou na sua página online o Plano de Atividades da CP para 2011, a medida é agora confirmada pela empresa Comboios de Portugal (CP).
A notícia não chega, contudo, diretamente da empresa pública, mas por intermédio do núcleo do Algarve do Partido da Terra (MPT) que recebeu, na semana passada, uma resposta do Gabinete da Comunicação da CP, acabando por confirmar dessa forma um pedido de informação que o «barlavento» enviara à transportadora, há quase duas semanas, embora sem resposta.
No que se refere às boas novidades, a principal é o facto de a linha do Algarve receber, pela primeira vez, comboios com ar condicionado e portas automáticas, pondo-se um ponto final ao calor excessivo sentido no verão e às situações de insegurança, visto não ser raro encontrar as atuais composições a circular de portas abertas.
As novas automotoras já circulam em alguns horários, mas não são propriamente a estrear: datam dos anos 80, apesar de terem sido modernizadas entre 1999 e 2001.
Estão atualmente em serviço na Linha do Minho – que receberá entretanto equipamento alugado à Rede Nacional de Ferrovias Espanholas (Renfe) –, oferecendo 164 lugares sentados, 40 dos quais em primeira classe.
Das onze novas automotoras diesel deslocalizadas do norte, oito ficarão em exploração e três permanecem de reserva para assegurar os planos de manutenção.
O novo material representa um aumento na eficiência energética de 20 por cento, com um consumo na ordem dos 1,3 litros/quilómetro. As obsoletas Unidades Duplas Diesel em circulação, datadas do início dos anos 80, atingem a pesada fasquia dos 1,65 litros/quilómetro.
De acordo com Paulo Rosário Dias, responsável regional pelo MPT, apesar das melhorias, são necessários «mais esforços para a modernização da linha do Algarve, nomeadamente a sua «eletrificação» e «a substituição de passagens de nível por passagens desniveladas».
Esta opção foi, aliás, defendida, na semana passada, pelo especialista em economia dos transportes Manuel Tão, em entrevista ao «barlavento».
Para o MPT, a CP deverá agora também «conceber campanhas regionais de promoção do transporte ferroviário e ampliar a oferta de horários».
Ao que «barlavento» apurou, o processo de transição para o novo material poderá não ser imediato, uma vez que a mudança exige formação dos maquinistas, durante cerca de três semanas, o que ainda não está a acontecer, devido à falta de pessoal.
22 de Fevereiro de 2011 15:06
filipe antunes
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Transportes Públicos do Algarve
Local do jornal "BARLAVENTO" dada à estampa em 15 de Fevereiro de 2011, que, com a devida vénia, transcrevemos:
Transportes públicos do Algarve ganham primeira comissão de utentes
filipe antunes
Pela primeira vez, os transportes públicos algarvios vão ter uma comissão de utentes. O objetivo da plataforma é não só aumentar as condições de mobilidade na região, mas também ampliar o leque de alternativas à introdução de portagens.
A nova estrutura surge quatro meses depois de fundada a primeira Comissão de Utentes da Via do Infante/A22 e já desenvolveu, na passada semana, a sua primeira reunião.
Em declarações ao «barlavento», Augusto Fonseca, membro da pró-associação de utentes dos transportes públicos do Algarve, diz que uma das principais reivindicações será «a eletrificação da linha ferroviária do Algarve», equipamento que considera ter condições para constituir «uma alternativa» ao transporte individual.
«O Algarve não tem nenhum poço de petróleo, mas produz muita energia elétrica [por via das renováveis]. Esta será, por isso, uma das poucas alternativas sustentáveis de transporte, caso se venha a confirmar a introdução de portagens na A22», frisa.
Além do previsível aumento da procura, o também maquinista da CP lembra que a ferrovia do sul tem potencialidades turísticas.
Para o exemplificar, aponta o caso do apeadeiro de Monte Gordo, «onde o comboio já nem sequer parava, e agora, quase todos os dias, é ponto de entrada e saída de mais de 40 passeiros, quase todos turistas» alojados naquela zona turística do concelho de Vila Real de Santo António.
Apesar de a composição inicial da comissão de utentes integrar membros do Bloco de Esquerda, Augusto Fonseca nega qualquer tipo de partidarização e quer, à semelhança do que aconteceu com a Comissão de Utentes da A22, agregar o maior número possível de cidadãos, entidades públicas e associações empresariais.
Quanto a calendário, o grupo fundador da pró-associação dos transportes algarvios planeia reunir-se uma vez por semana, podendo, até ao final do mês, adquirir forma jurídica.
Em termos de atividades, será criado um canal de contacto na Internet para que a estrutura se dê a conhecer ao público e angarie novos membros.
Está ainda em carteira o pedido de reuniões com as várias forças políticas da região, assim como um convite aos deputados eleitos por Faro para conhecerem de perto a ferrovia local.
Apesar de ver potencialidades no transporte ferroviário, a comissão diz que irá igualmente defender o transporte rodoviário e a sua respetiva articulação.
15 de Fevereiro de 2011 09:23
filipe antunes
Linha do Algarve - 2011 Uma Solução
Uma solução apresentada mais uma vez para a questão do sistema de transportes ferroviários na Região do Algarve, que não é inédita e já há muitos anos verificada como sendo a mais racional embora nunca aceite pelas cabeças altamente pensantes das estruturas do país dado o afastamento do umbigo do terreiro do paço.
Transcreve-se a local do jornal "BARLAVENTO" de 16 de Fevereiro de 2011, com a devida vénia:
Transcreve-se a local do jornal "BARLAVENTO" de 16 de Fevereiro de 2011, com a devida vénia:
Futuro da ferrovia do Algarve passa pela eletrificação, defende especialista
filipe antunes
Manuel Tão defende que a linha do Algarve tem viabilidade e diz que a eletrificação total desta ferrovia e o aumento da frequência resolveriam parte dos problemas de mobilidade na região.
«Neste momento, a parte central da via está eletrificada entre Tunes e Faro, pelo que faltam apenas as pontas: de Tunes a Lagos e de Faro a Vila Real de Santo António», aponta.
Para o também investigador da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve, o processo não é complicado e implicaria a criação de uma ou duas subestações. Seria semelhante ao que está em curso na linha do Alentejo, entre Bombel e Évora.
Para já, e nas atuais condições da ferrovia, Manuel Tão acredita que é possível desenvolver um modelo de circulação não partido em Faro, diminuindo os tempos de transbordo e ligando as principais cidades do Algarve Central.
«No fundo, trata-se de implementar um comboio regional expresso, semelhante ao antigo interregional, mais rápido, e com paragens selecionadas que percorram o Algarve de ponta a ponta. Tudo isto, combinado com uma rede de autocarros até ao centro das cidades», ilustra.
Para Manuel Tão, o modelo pode ser implementado assim que estiverem concluídas as obras de requalificação da linha do Algarve e a substituição da sinalização mecânica por sinalização eletrónica no troço Olhão/Vila Real.
Questionado pelo «barlavento» sobre a necessidade de uma autoridade metropolitana de transportes no Algarve, o especialista em planeamento regional refere que, mais importante do que os modelos de Lisboa e Porto, que apenas conseguiram implementar um cartão comum para várias tarifas, o ideal seria criar «uma entidade conjunta com poderes».
«Por haver apenas dois operadores principais de transporte a operar na região, uma das soluções seria criar um consórcio regional, com um tarifário comum. Há muitas interrogações, mas há também condições de este ser um projeto-piloto, transferível para o resto do país», defende Manuel Tão.
O «barlavento» quis ainda saber se uma gestão privada dos transportes no Algarve poderia resolver o atual cenário de descoordenação.
Mas o investigador da UAlg prefere falar num possível consórcio «público-privado», frisando desde logo que a subsidiação será sempre necessária.
Da mesma forma, acredita que a introdução de portagens na Via do Infante não deve servir de justificação para olhar para o comboio como recurso.
«Antes das portagens, toda a linha do Algarve já deveria estar modernizada. O que vai acontecer é um pagamento da autoestrada sem que tenhamos uma estrutura de transportes públicos alternativa».
16 de Fevereiro de 2011 08:33
filipe antunes
Linha do Algarve - 2011
Pelo interesse da notícia tentando mostrar a evolução no sistema ferroviário da Região transcreve-se, com a devida vénia, a local do jornal "BARLAVENTO" de 16 de Fevereiro de 2011:
Refer investe 70 milhões na Linha do Algarve até 2014
filipe antunes
Comboios na Linha do AlgarveAlém dos 28 milhões de euros aplicados na substituição das travessas de madeira por travessas de betão (em curso) entre Faro e Vila Real e entre Tunes e Lagos, a Rede Ferroviária Nacional (Refer) prevê gastar mais 41 milhões na introdução da sinalização eletrónica no troço entre Olhão e Vila Real e no reforço das obras de arte.
Até 2014, prevê-se um investimento global de 70 milhões, valor que não engloba qualquer eletrificação.
16 de Fevereiro de 2011 08:53
filipe antunes
domingo, 23 de janeiro de 2011
Linha do Algarve - CP em 2011
Em 21 de Janeiro de 2011 o jornal BARLAVENTO noticia, conforme texto que transcrevemos com a devida vénia, quais as intenções para a exploração da Linha do Algarve.
Regional
CP prepara-se para fazer obras na Linha do Algarve
filipe antunes
A CP prepara-se para introduzir alterações na linha do Algarve. As mudanças estão contempladas no Plano de Atividades e Orçamento para 2011, disponível no sítio do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário (SNTSF).
O «barlavento» mostra o que pode mudar:
> Melhorar a qualidade do serviço, através da introdução ou reafetação de material com maior conforto;
> Introduzir, a partir do primeiro trimestre de 2011, na linha do Algarve, o atual material circulante das linhas do Douro e Minho;
> Supressão das composições UDD600 e de algumas Allan 350, já obsoletas;
> Criar novos títulos de transporte para aumentar a procura turística;
> Crescimento da oferta a partir de Abril (previsível início da introdução de portagens na Via do Infante);
> Eliminação das 10 circulações diárias do trajeto Faro-Tavira, substituindo-as pelos novos trajetos completos entre Faro-Vila Real de Santo António, com 21 circulações aos dias úteis e 18 aos fins de semana;
> Introdução da nova família de comboios Faro-Tunes, com 4 circulações aos dias úteis e fins de semana, a partir de Maio.
21 de Janeiro de 2011 09:34
filipe antunes
Linha do Algarve versus portagens na A22
Num trabalho publicado no jornal BARLAVENTO no dia 21 de Janeiro de 2011 efectua-se a comparação de custos entre o transporte em veículo próprio e a alternativa do transporte regional do caminho de ferro.
Com a devida vénia transcrevemos o referido texto.
Com a devida vénia transcrevemos o referido texto.
Regional
Mesmo com dificuldades, comboio pode ser alternativa às portagens
filipe antunes
Se viajar de automóvel entre Tavira e Faro, em condições normais, implica 35 minutos de percurso e um gasto de cerca de 2,5 euros (no caso de uma viatura movida a gasóleo), uma viagem de comboio demora o mesmo tempo e custa 2,45 euros.
Para já, a alternativa não é aliciante, mas, com a introdução de portagens na Via do Infante, o comboio será um aliado para poupar dezenas de euros mensais.
Isto porque os 22 quilómetros da A22 que separam os nós de Tavira e Faro poderão vir a custar qualquer coisa como 1,80 euros (3,60 no caso de ida e volta).
Se somarmos estes valores aos cinco euros de gasóleo necessários para ida e volta, uma deslocação entre Tavira e Faro, de carro, ascenderá, no futuro, aos 8,60 euros (excluído parqueamento e manutenção). Com gasolina, as contas sobem mais.
De comboio, fica-se pelos 4,90 euros (ida e volta), no caso de se optar por bilhete simples. Os gastos podem ficar por metade no caso do passe mensal.
21 de Janeiro de 2011 09:34
filipe antunes
Linha do Algarve
O jornal BARLAVENTO deu à estampa uma reportagem sobre uma viagem no serviço regional entre Tavira e Faro, no dia 21 de Janeiro de 2011.
Pelo interesse do texto transcrevemos abaixo o referido texto, com a devida vénia.
Devemos, no entanto, efectuar uma correcção ao texto na altura em que o jornalista, possivelmente por puro engano que não ignorância, refere que as automotoras já andaram na linha do Tua, o que nos parece de certo modo difícil por a linha do Tua ser de bitola reduzida (métrica) ao invés da do Algarve de bitola larga.
Pelo interesse do texto transcrevemos abaixo o referido texto, com a devida vénia.
Devemos, no entanto, efectuar uma correcção ao texto na altura em que o jornalista, possivelmente por puro engano que não ignorância, refere que as automotoras já andaram na linha do Tua, o que nos parece de certo modo difícil por a linha do Tua ser de bitola reduzida (métrica) ao invés da do Algarve de bitola larga.
Regional
Comboios: Apenas pequenas deslocações são compatíveis com a linha do Algarve
filipe antunes
Chegar à estação de Tavira não é complicado. O horário já fora consultado na Internet, mas, para segurança, peço um em papel. «Não há», respondem-me do guichet. «E em Faro?», pergunto. «Também não devem ter». Compro o bilhete: 2,45 euros.
Um minuto depois da hora, duas composições a diesel entram lentamente na estação. Subo pela última carruagem, que me parece de primeira classe. Como não tenho a certeza, avanço para a carruagem seguinte, onde encontro assentos menos confortáveis, embora mais espaçosos.
A viagem começa pela campina de Tavira. Pergunto ao revisor se o bilhete está limitado às carruagens normais. Fico a saber que dá acesso a todas: já não há distinção entre primeira e segunda classe.
Num dia de semana, à hora de almoço, as carruagens estão a meio-gás, embora as faixas etárias sejam heterogéneas, desde os 20 aos 60 e muitos anos. Depois de uma breve paragem na estação da Luz, cujo edifício já foi encerrado e entregue aos graffiti, entram duas pessoas. Próxima paragem: Fuzeta. Aqui, há buliço e jovens.
Nas mesmas carruagens que passaram pela linha do Tua e agora servem o Algarve, não há climatização. Há janelas que se abrem ao gosto de cada um. Dois lugares depois de mim, um telemóvel toca, alguém atende alto com um francês arranhado para depois se colocar à janela.
O ar frio de Janeiro começa a circular pela carruagem, sem que o homem se importe. Há quem se sinta incomodado, mas fica-se por um olhar. Chega o revisor. A janela fecha-se.
Apesar de as carruagens estarem limpas, há quem não se preocupe com isso. Ao meu lado, um passageiro coloca um pé em cima do assento da frente e outro em cima da bancada de apoio. O revisor passa novamente, olha de relance, embora não comente. O passageiro não cede…
Pouco mais de vinte minutos depois, sem atraso, chega-se a Olhão. Antes, e em amena cavaqueira, um grupo de quatro pensionistas aproveita os bilhetes de terceira idade. As conversas giram em volta de um roubo, mas ainda assim vão dizendo que as viagens de dia e em carruagens cheias «não lhes metem medo».
Em Olhão, cruzam-se dois comboios, há movimento. Daqui, a viagem segue a bom ritmo até Faro. Dez minutos de caminho, por um euro, são o convite da CP para quem quiser deixar o carro em casa, até porque aqui a estação está dentro da cidade e evita os engarrafamentos à entrada de Faro.
A chegada a Faro faz-se à hora marcada. Na linha ao lado, o Alfa Pendular – o comboio mais moderno da CP – prepara-se para arrancar para Lisboa. Ao seu lado, ouve-se o chiar de uma composição grafitada, das mais antigas da frota, que se prepara para rumar até Vila Real de Santo António.
Lembro-me de que me falta o horário. Vou à estação. Não há o formato original, mas alguém se lembrou de uma solução. A fotocópia serve perfeitamente.
Não pretendo ir até Lagos, mas dou uma espreitadela ao placard. São 14h20, mas o comboio para a cidade dos Descobrimentos só partirá quase duas horas depois, para chegar ao destino por volta das 18 horas.
Fico a saber que esta é a pior hora para atravessar o Algarve. Depois das 13h00, são precisas seis horas para cruzar, de comboio, os 150 quilómetros que separam Vila Real de Santo António de Lagos.
21 de Janeiro de 2011 09:33
filipe antunes
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Huelva Aeroporto em andamento
No seguimento do decreto real publicado no Boletim Oficial do Estado (BOE) no início do mês de Outubro no qual o Ministério do Fomento abria a consulta acerca da possível construção do aeroporto de Huelva, foi entregue no dia 30 de Outubro o dossier sobre o assunto emitido pela Junta Provincial.
A entrega ocorreu na manhã do dia 30 de Outubro, tendo a presidenta da respectiva junta deslocado-se a Madrid.
Foi recebida pelo secretário de Estado do Ministério do Fomento ao qual entregou o dossier que a respectiva Junta já havia elaborado e preparado para apresentação após publicação oficial da consulta de necessidade e interesse no aeroporto.
Desta forma, o processo de construção, concursos, estudos ambientais, irão ter início dentro em breve pelo que a futura existência dessa estrutura será realidade num futuro a curto prazo.
Possivelmente já haverá aeroporto em Huelva, com todas as implicações que tal originará para o movimento do aeroporto de Faro, antes de os "portugueses" começarem a pensar em discutir a ligação em alta velocidade ou em velocidade elevada, entre o aeroporto de Faro e Huelva.
Enquanto uns brincam aos quintalinhos, outros estudam, planeiam e constroem!!!!!
A entrega ocorreu na manhã do dia 30 de Outubro, tendo a presidenta da respectiva junta deslocado-se a Madrid.
Foi recebida pelo secretário de Estado do Ministério do Fomento ao qual entregou o dossier que a respectiva Junta já havia elaborado e preparado para apresentação após publicação oficial da consulta de necessidade e interesse no aeroporto.
Desta forma, o processo de construção, concursos, estudos ambientais, irão ter início dentro em breve pelo que a futura existência dessa estrutura será realidade num futuro a curto prazo.
Possivelmente já haverá aeroporto em Huelva, com todas as implicações que tal originará para o movimento do aeroporto de Faro, antes de os "portugueses" começarem a pensar em discutir a ligação em alta velocidade ou em velocidade elevada, entre o aeroporto de Faro e Huelva.
Enquanto uns brincam aos quintalinhos, outros estudam, planeiam e constroem!!!!!
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