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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Huelva Aeroporto em andamento

No seguimento do decreto real publicado no Boletim Oficial do Estado (BOE) no início do mês de Outubro no qual o Ministério do Fomento abria a consulta acerca da possível construção do aeroporto de Huelva, foi entregue no dia 30 de Outubro o dossier sobre o assunto emitido pela Junta Provincial.

A entrega ocorreu na manhã do dia 30 de Outubro, tendo a presidenta da respectiva junta deslocado-se a Madrid.

Foi recebida pelo secretário de Estado do Ministério do Fomento ao qual entregou o dossier que a respectiva Junta já havia elaborado e preparado para apresentação após publicação oficial da consulta de necessidade e interesse no aeroporto.

Desta forma, o processo de construção, concursos, estudos ambientais, irão ter início dentro em breve pelo que a futura existência dessa estrutura será realidade num futuro a curto prazo.

Possivelmente já haverá aeroporto em Huelva, com todas as implicações que tal originará para o movimento do aeroporto de Faro, antes de os "portugueses" começarem a pensar em discutir a ligação em alta velocidade ou em velocidade elevada, entre o aeroporto de Faro e Huelva.

Enquanto uns brincam aos quintalinhos, outros estudam, planeiam e constroem!!!!!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O Norte e as Ciências Aeronáuticas

Agora que o PM já conseguiu ver os aviões do Brasil em Évora, talvez seja melhor olhar para outras realidades. E aí parece que o tal "povo trabalhador do Norte" foi um pouco contagiado com a febre do vai à frente e abrandou o andamento.

Será outra versão da fábula A Lebre e a Tartaruga ?

Transcrição do artigo de opinião do Público de 2008.08.06 :




Ciências aeronáuticas no Porto

J. A. Sousa Monteiro - 20080806

Assistimos a um declínio no Norte, que se transformou na região portuguesa com menor riqueza por habitante Foi criado no Porto neste ano lectivo 2008/09, após luz verde do actual Governo, um curso em Ciências Aeronáuticas. Se as forças vivas regionais acolitarem a iniciativa, isto colocará a região norte ao nível europeu no tocante a este sector.

No Norte e na Galiza sente-se muito a falta do ensino graduado e pós-graduado na área do saber relacionada com a aviação civil. Neste sentido, e na ambição de colmatar tão grave deficiência, a Universidade Lusófona do Porto instituiu nesta cidade este curso que contará com três ramos: licenciatura em Piloto de Linha Aérea, em parceria com a Escola de Pilotos Nortávia; licenciatura em Gestão de Operações de Voo; e licenciatura em Gestão de Transporte Aéreo. Os cursos decorrerão segundo o modelo de Bolonha, completando-se qualquer deles em três anos.

Hoje assiste-se a um declínio no Norte, que o transformou na região portuguesa com menor riqueza por habitante. Certas discussões públicas por parte de alguns responsáveis políticos nortenhos são autênticas peças de "entretém povinho", que vão deixando passar em claro outros "golpes" que revelam nítidos esquecimentos da região. Segundo o INE (Contas Regionais), entre 2000 e 2005 o PIB cresceu 18% no Norte, 23% no Centro, 23% em Lisboa, 22% no Alentejo. No mesmo período, as regiões que criaram mais emprego foram Algarve (15,9%), Açores (6,7%), Alentejo (4,8%), Madeira (3,6%) e Lisboa (2,5%), tendo a região norte registado uma redução de 0,3%. A acompanhar toda esta desgraça, o investimento por empregado no Norte em 2005 foi o menor do país.

Enquanto os políticos nortenhos discutem o sexo dos anjos, os da Madeira passam-lhes a perna em termos de criação de riqueza. E até já o Alentejo e Trás-os-Montes conseguiram esta mesma proeza, impensável há anos.

Ressalta a convicção da absoluta necessidade de um plano de desenvolvimento abrangente, envolvendo investidores locais e estrangeiros, sobretudo espanhóis. Por exemplo: uma ligação à Galiza, no chamado "espaço de crescimento/desenvolvimento do arco atlântico", área vasta e diversificada, de elevada identidade política e cultural, a qual deveria ser impulsionada pelo trabalho político de ambos os países. E ainda a aglutinação nesse plano de um casamento entre universidades e empresas. E a envolvência dos municípios da região.

Por tudo isto, a Universidade Lusófona do Porto decidiu dar um contributo para defender a região norte e a cidade do Porto e envolvendo a Galiza, lançando mão de um importante investimento através da criação de um curso em Ciências Aeronáuticas. Desta forma irmanará o Porto, a região norte e a própria Galiza num projecto importante e em grande expansão como é o sector da aviação civil, aeroportos, transporte aéreo, indústria aeronáutica, etc. Se for compreendida e acolhida com boa vontade, esta iniciativa alcançará o sucesso e poderá dar o seu contributo para o desenvolvimento regional.

Director da Escola de Ciências Aeronáuticas da Universidade Lusófona (sousamonteiro@ulusofona.pt)

domingo, 20 de julho de 2008

Comboio Alta Velocidade versus Avião II

Na continuação deste assunto vemos que as capacidades do comboio de Alta Velocidade são muito mais convidativas para o passageiro em caso de concorrência com o transporte aéreo em trajecto similar.

E uma das grandes vantagens, provenientes até do seu antecessor, o trem do século XIX, partindo e chegando ao centro das cidades, salta claramente à vista quando comparamos a aeroportos que por força das circunstâncias têem que ser periféricos em relação a essas cidades.

Mais uma opinião expressa no La Vanguardia de 2008.07.20:



CREEMOS QUE...

El AVE gana

Tardó en llegar, pero una vez aquí el AVE se están imponiendo. Tanto que según las previsiones cerrará el 2008 con más viajeros que el avión en la ruta Barcelona-Madrid-Barcelona. De hecho, cuatro meses después de que echara a andar ya concentra el 41% de los pasajeros que hacen esa ruta y el crecimiento viene de siendo de entre tres y cuatro puntos cada mes. La razón de este éxito está en una conjunción de elementos que van desde la comodidad a la puntualidad. Es más cómodo que el avión porque sale del centro y llega al centro de ambas ciudades, porque no hay que pasar tantos controles de seguridad y, sobre todo, porque permite trabajar a bordo sin limitaciones ni para los móviles ni para los ordenadores portátiles, razón por la que atrae a buena parte de los ejecutivos. Está además el hecho de que, al menos hasta ahora, los trenes están rodando con una puntualidad británica y en el viaje directo entre las dos capitales en menos tiempo del oficial.

Comboio Alta Velocidade versus Avião

Até há pouco tempo ainda havia quem duvidasse que o comboio de alta velocidade iria destroar o avião nas médias distâncias, entre 500 e 1000 kms.

Hoje, pelo menos, temos um caso demonstrativo com o funcionamento em velocidade de cruzeiro da nova ligação de alta velocidade entre Madrid e Barcelona.

E aqui o ponte aéreo perdeu para a Alta Velocidade.

No La Vanguardia de 20 de Julho vem este texto da autoria do seu director:


El fenómeno AVE

José Antich - DIRECTOR - 20/07/2008


SE cumplen hoy cinco meses desde la entrada en funcionamiento del tren de alta velocidad entre Barcelona y Madrid. Un tiempo más que razonable para poder señalar que las previsiones que se hicieron respecto al éxito del trayecto se han cubierto con creces y la ruta se ha convertido en una de las señas de identidad del AVE en España. Incluso, las previsiones que realizan los expertos aventuran que el AVE estará en condiciones de efectuar el sorpasso de la ruta aérea entre Madrid y Barcelona - el popularmente conocido como puente aéreo- hacia final de año, algo a todas luces impensable hace muy poco tiempo en que se hablaba de que esa ruta aérea era de las que registraban más tráfico del mundo. Superadas incidencias, retrasos y socavones, vale la pena detenerse unos instantes a analizar la tragedia que supone el no aprovechar las oportunidades y la gran mentira que se esconde detrás de demoras que se justifican sin más. Barcelona aprovechó la oportunidad de los Juegos Olímpicos, pero perdió el tren de la alta velocidad y el poder forzar una veloz comunicación ferroviaria con Francia durante una quincena de años. Nada parecía importante aquellos años de éxito y sólo con el tiempo se vio la magnitud de la tragedia y se pudo analizar la tibieza de la clase política, social y económica de Catalunya. Ahora hay AVE, es un éxito y todos debemos alegrarnos. Pero los retos continúan y los trenes no dejan de pasar. La financiación autonómica es la verdadera prueba de fuego de nuestros actuales representantes públicos. La asignatura de Gobierno y oposición. Es importante no tomar el camino equivocado, porque el futuro nos lo recordará.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Malaga - Madrid Mais no AVE menos no avião

Tal como demonstram os textos que abaixo são incluídos, a batalha do transporte entre a Viacção Acelerada ferroviária e o transporte aéreo continua bastante activa e tal como antecipado muito do tráfego doméstico de Espanha, por via aérea, iria sofrer a forte concorrência, em distâncias inferiores a 1000km, do meio ferroviário.



"Fuente: Málaga Hoy

Renfe ingresa 47 millones de euros por la venta de billetes del AVE

El número de viajeros en los trenes de alta velocidad ha crecido un 88% respecto a los del Talgo en sus primeros seis meses de servicio y ya roza el millón

Nacho Sánchez / Málaga Actualizado 20.06.2008 - 01:00

El AVE está registrando unos resultados "espectaculares". Al menos eso dice el director general de Servicios de Alta Velocidad-Larga Distancia de Renfe, Abelardo Carrillo, que afirmó que desde el 24 de diciembre han viajado ya 882.422 viajeros en el tren.

Es decir, un 88% más que el Talgo en el mismo periodo.

Los ingresos por la venta de todos esos billetes han supuesto ya 47 millones de euros a Renfe.

"Hemos conseguido captar más de 400.000 viajeros que antes no iban en tren. Unos procede de otros medios de transporte, pero otros se mueven por primera vez gracias al AVE", añadió Carrillo, que dijo que el tren de alta velocidad supone "una gran oportunidad para dar una alternativa ecológica al transporte nacional".

Hasta el momento, han realizado el trayecto 3.850 trenes, de los que 46 han llegado con retraso, consiguiendo una puntualidad en los seis meses del 99,28%.

Por su parte, la directora del Corredor Sur, Magdalena Bodelón, añadió que el tren entre Madrid y Málaga está consiguiendo registrar unos datos similares de ocupación tanto durante la semana como en verano, "gracias a que se ha conseguido conjugar la oferta de ocio con la de negocio", aseguró.

De hecho, Renfe ya ha llegado a acuerdos con distintos touroperadores para promocionar los viajes en AVE por el territorio nacional, ha realizado paquetes turístico centrados en aspectos como el golf o ha acordado con Air Europa la venta conjunta, a partir de otoño, de billetes de tren avión para mayor comodidad de los turistas."

"Fuente: Diario Sur

El AVE arrebata al aeropuerto casi cien mil pasajeros y provoca el primer descenso en la cifra de viajeros

El director de la terminal confía en recuperar con la temporada alta y cerrar el año con un saldo positivo, que podría alcanzar un 3% más de movimientos. Casi 69 aerolíneas conectan Málaga con 112 destinos en vuelos directos

20.06.08 - PILAR MARTÍNEZ

La pérdida de pasajeros a una velocidad más que alta en la ruta de Málaga a Madrid ha provocado la primera caída en la historia del aeropuerto de Málaga en el acumulado de los cinco primeros meses del año.

La puesta en marcha del AVE ha arrebatado a las compañías que operan la conexión con la capital española casi cien mil pasajeros hasta mayo, concretamente, 93.798 pasajeros.

El director del aeropuerto malagueño, Mario Otero, explicó, en el transcurso de un desayuno organizador por la Asociación de Periodistas Turísticos (Apertur) en el hotel Barceló, que el descenso es inferior a lo previsto.

En este sentido, dijo que todos los indicadores apuntaban a que la pérdida de viajeros en esta ruta rondaría el 30%, y hasta ahora sólo se ha reducido en un 15%. El hecho de que compañías como Iberia, que es la que más vuelos tiene entre Málaga y Madrid, cuente con un 70% de pasaje que viaja en tránsito hace pensar que la caída no irá a más.

Sin embargo, este descenso ha sido suficiente para que el aeropuerto de Málaga haya saldado el acumulado de los cinco primeros meses del año con un 1,2% menos de viajeros, un hecho insólito. Otero aseguró que, sin contar el impacto del AVE, las cifras hubieran sido positivas, aunque muy levemente superiores a las del pasado año, en torno al 0,9%.

El hecho de que la Semana Santa haya coincidido en marzo ha sido otro factor que ha distorsionado la estadística.

Temporada alta

Sin embargo, para este verano se espera mantener el movimiento del pasado año y enderezar la curva a la baja hasta el extremo de que confía en cerrar el año con un aumento de entre el 2 y el 3% de pasajeros.

«En unas instalaciones que mueven al año 13,6 millones de viajeros es difícil registrar saltos grandes», dijo Mario Otero.

Aún así, las compañías españolas que unen las capitales de la Costa del Sol y la española no han planteado por ahora reducción de vuelos para el invierno.

Otero dijo que sólo Spanair ha mermado las frecuencias e Iberia ha quitado algún vuelo en fin de semana, pero se trata únicamente de ajustes puntuales. El director del aeropuerto matizó que en cualquier caso el efecto del AVE ha sido más importante para la Costa del Sol que la merma que haya podido causar en el tránsito en las instalaciones aeroportuarias.

Precisamente ayer, el director general de Servicios de Alta Velocidad-Larga Distancia de Renfe, Abelardo Carrillo, dijo que un total de 882.422 personas utilizó la línea de AVE entre Málaga y Madrid en los seis meses que lleva en funcionamiento, lo que supone un 88,3 % más de pasajeros que los registrados en el mismo periodo en el tráfico ferroviario entre ambas ciudades.

De este modo, el AVE ha captado 413.826 nuevos clientes, de los cuales «parte corresponden al trasvase desde otros medios de transporte -como el avión-, pero también por la inducción de una nueva demanda».

La desaceleración económica no se deja notar ni en el AVE ni en el aeropuerto.

Por ello, las compañías aéreas han vuelto a apostar por Málaga. Sesenta y nueve aerolíneas han programado conexiones directas desde este aeropuerto con 112 destinos. A pesar de que las obras van a ritmo frenético y que para el próximo año se contará con una nueva terminal, con la que se duplicarán los pasajeros, y en 2010 con una segunda pista, lo cierto es que actualmente en la franja horaria de 7.00 a 23.00 horas la ocupación media de 'slots' -permisos de aterrizaje y despegue-es del 56% por lo que queda un 44% disponible."

sábado, 21 de junho de 2008

Espanha Tráfego Aéreo versus AVE (20080617)

Como era previsível e tinha sido afirmado por vários conhecedores da matéria o transporte aéreo, mesmo que doméstico, na média distância iria sofrer forte concorrência do transporte ferroviário ACELERADO logo que o mesmo cobrisse a mesma faixa de deslocações.

Os últimos números em Espanha têm vindo a mostrar isso mesmo, quer seja com os novos serviços AVE para Barcelona, quer para Málaga ou para Valladolid.

E se o problema da forte alta de preços do combustível poderá ser um factor a ter em conta, outros factores tornam o comboio ACELERADO muito concorrêncial face ao transporte aéreo especialmente o vivido pelo cliente relativamente às formalidades que envolvem as respectivas viagens.


"Fuente:Cinco días

Paula Carrión / MADRID (17-06-2008 )

Casi cuatro meses después de que entrara en funcionamiento el AVE a Barcelona, y más de cinco de que lo hiciera en Málaga y Valladolid se aprecia visiblemente el efecto que la alta velocidad tiene en el descenso en las operaciones y en los pasajeros en los aeropuertos de estas ciudades.

El caso más significativo es el de Barcelona por la batalla que tienen abierta en puente aéreo de Iberia y el AVE de Renfe.

Las operaciones en el aeropuerto de El Prat cayeron un 9,9% en mayo, mientras que los pasajeros lo hicieron un 4,7%. En este caso, debido al tamaño del aeropuerto, es en el que más se percibe la incidencia que la ampliación de la red AVE está teniendo sobre el tráfico aéreo doméstico.

Los datos porcentuales comparados con los de 2007 clarifican aún más el asunto. En aquel mayo el número de operaciones crecían un 9% y los pasajeros un 7% según las estadísticas oficiales de Aeropuertos Españoles y Navegación Aérea (AENA).

La balanza ahora ha cambiado.

En el caso del aeródromo de Villanubla de Valladolid el descenso ha sido aún más acusado. En mayo de 2008 las operaciones en la ciudad castellana cayeron un 13,7% mientras que el año pasado aumentaban un 15,4%.

En el aeropuerto Pablo Picasso de Málaga el descenso del 6,6% contrasta con el aumento de las operaciones del 5% en mayo de 2007.

Todo por el AVE.

En el acumulado del año las operaciones en las ciudades donde llegó el AVE también descienden, aunque a menor ritmo: Barcelona lo hace un 4,5%, Málaga un 4,1% y Valladolid un 2,2%.

La peor desde el 11-S

Todo el sector lo avisó. Los presidentes de las aerolíneas venían anunciando futuros lastres en sus cuentas de resultados que ya se mostraron en el primer trimestre y harán más dolorosos sus resultados semestrales. El dato de los pasajeros y las operaciones es uno más pero este mes ha venido con más fuerza.

Las operaciones en los aeropuertos españoles bajaron en mayo un 4,7% respecto al mismo mes del año anterior.

Este número refleja la caída más aguda desde la crisis posterior a los atentados del 11 de septiembre.

Entonces los aeropuertos españoles registraron su caída más importante en junio de 2002 con un 4,8%, tras varios meses de leves descensos en los primeros meses del año. Tras este descenso los vuelos tendieron a normalizarse y de 2004 a 2007 se convirtieron en tasas de crecimiento en torno al 7%, en pleno furor por el bajo coste.

El alto precio del petróleo, que en las últimas semanas se han situado en cifras récord en torno a los 135 dólares por barril, han tenido en gran parte la culpa de lo ocurrido.

Aunque ahora se están anunciado medidas más drásticas -dejar aeronaves en tierra, cierre masivo de rutas, despidos y recargos de las tarifas- ya se venía aplicando un recorte moderado de las rutas para recortar gastos.

Todas las aerolíneas ceden, menos las de bajo coste

Iberia es la compañía que más cae en mayo en número de operaciones. Un 19,5%. Sin embargo, la aerolínea de bandera ya anunció su intención de reducir sus rutas domésticas para que las realizara Clickair (la low cost de la que posee en 20% y en cuya futura fusión con Vueling pretende ampliar su cuota de control).

Pero Air Europa y Spanair no tienen una Clickair con que excusarse. Y también caen. La compañía de Globalia sufre una bajada de sus operaciones del 4,8% mientras que Spanair lo hace un 5,3%. Air Nostrum no se escapa del 'mes terrible' y también cae un 5,7%.Las dos compañías de bajo coste españolas, por el contrario, tienen un gran incremento de operaciones del año pasado a este. Ambas tienen la justificación de estar en una fase de expansión (Clickair nació en 2006). La aerolínea controlada por Iberia elevó sus operaciones un 67% mientras que Vueling lo hizo un 3,6%. Falta saber si después de finalizar la fusión podrán hacer frente a todas las operaciones que están programando.