sábado, 2 de agosto de 2008

Linha do Tâmega e as Terras de Basto

Recentemente visitou esta zona das chamadas Terras de Basto o Presidente da República sendo alertado que era uma das zonas mais deprimidas do País.

Quando os autarcas da zona tudo fizeram para que os transportes públicos (diga-se mobilidade) se restringisse ao transporte rodoviário jogando fora outras opções decerto não estariam a criar as condições que pudessem promover o desenvolvimento social e económico dos seus concelhos.

Mas todos nós sabemos como é difícil optar entre os interesses de todos os munícipes e os interesses compadrios.

Às vezes, é mais fácil apagar do sítio da internet as questões levantadas por terceiros, do que dar-lhes uma resposta ou mostrar que não podem ser aproveitadas.

E justificações então????


A minha resposta afixada em http://www.cm-cabeceiras-basto.pt/index.php?oid=1615aqui:

"O comentador Durval Pereira tem razão numa coisa: a bicicleta polui menos que o comboio - comboio esse tido até ao dia de hoje como o menos danoso dos meios de transporte terrestres.

Mas o futuro vem de bicicleta.

Daí a minha susgestão: faça as suas deslocações semanais para Lisboa de bicicleta.

Quanto ao projecto turístico da Linha do Tâmega: o comentador Durval Pereira talvez não saiba, talvez lho tenham escondido, mas o projecto de exploração turística da Linha do Tâmega (nomeadamente a montante de Amarante) teve, em tempos, garantias de total financiamento e exploração por privados. Zero investimento público necessário, zero gasto por parte das autarquias. Um conjunto enorme de vantagens que os senhores autarcas, os mesmos do costume, trataram de expulsar das suas coutadas.

Como noutros tempos, é provável que esta mensagem seja apagada já amanhã.

O presidente Joaquim Barreto tem convivido muito mal com a matéria ferroviária.

Dario Silva

Sem comentários: