Em mensagem posterior iremos analisar o trabalho.


Embora o carril seja estático ele é o elemento principal de algo muito dinâmico apelidado no Século XIX por Viação Acelerada e que no Século XXI volta a ser Viação ACELERADA.
"Fuente: El Periódico24/4/2009DEBATE SOBRE UNA INFRAESTRUCTURA OBSOLETA
Girona mantiene la apuesta de tirar el viaducto del tren•
El ayuntamiento cree que son inviables usos alternativos como piden los ingenieros
FERRAN COSCULLUELA
GIRONA
La decisión está tomada. El Ayuntamiento de Girona está decidido a derribar el viaducto ferroviario que desde hace 35 años atraviesa la ciudad, siempre y cuando el Estado cumpla la promesa inicial de que se hará cargo de las obras.
El teniente de alcalde y regidor de Urbanisme, Joan Pluma (PSC), y el portavoz de CiU, Carles Puigdemont, coincidieron en que no hay vuelta atrás y desestimaron la petición de los ingenieros, que cuestionan ahora la conveniencia de demoler este enorme puente de hormigón.
Los técnicos dicen que es caro y que puede tener otros usos."No tendremos otra oportunidad como esta para reordenar la ciudad y eliminar esta barrera que la parte por la mitad", señaló el portavoz del principal partido de la oposición.
Lo mismo opina Pluma, que considera que la infraestructura no tiene ninguna utilidad y que, si se le busca alguna, requerirá de unas inversiones elevadas para construir accesos, conservarla y adecuarla al nuevo uso.
El debate sobre el paso elevado ha vuelto a abrirse en los últimos días a raíz de una propuesta de la Taula de l'Enginyeria de Girona. Los técnicos reconocen que la infraestructura es fea, pero afirman que demolerla (una vez que se haya construido el túnel del tren convencional) es caro y apenas aporta ventajas.
Muy al contrario, estiman que hay alternativas que permitirían sacarle provecho. La petición ha salido a la palestra días después de que el pleno municipal aprobara por unanimidad una moción en la que se insta al Gobierno a sufragar su eliminación.
EL EJEMPLO DE PARÍS
"Solo pido a los políticos que antes de decidir sobre el derribo visiten la Promenade Verte de París, que aprovecha una vía antigua que iba al extrarradio y que se ha convertido en una atracción turística", insistió ayer Josep Maria Bosch, vocal del Col.legi d'Enginyers de Camins, Canals i Ports en la mesa que agrupa a los cuatro colegios de estos profesionales.
Bosch advierte que derribar el viaducto costará varios cientos de millones, supondrá una gran molestia para los vecinos y solo servirá para recuperar el espacio que ocupan los pilares. Los ingenieros consideran que la plataforma se podría utilizar como zona peatonal y carril bici, lo que permitiría "una contemplación privilegiada de la ciudad".
Dicen que esta vía verde se podría completar con equipamientos destinados al ocio, como mesas de pimpón, pistas de skate board o escenarios para conciertos al aire libre en la zona más ancha, que coincide con el lugar que ahora ocupa la estación.
ComboiosFuturo da Linha do Tua depende da construção de barragem, diz secretária de Estado
A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, reafirmou ontem à noite, em Vila Real, que o futuro da Linha do Tua está dependente da decisão sobre o processo de avaliação de impacto ambiental da Barragem de Foz Tua.
A circulação na Linha do Tua está suspensa há mais de meio ano entre o Cachão e a estação do Tua, desde o último acidente, a 22 de Agosto, que provocou uma vítima mortal.
Questionada sobre o futuro desta via, Ana Paula Vitorino afirmou que neste momento se aguarda a decisão sobre o processo de avaliação de impacto ambiental da Barragem de Foz Tua.
A responsável falava após uma reunião para explicar a suspensão e as obras a fazer na Linha do Corgo, encerrada desde a semana passada por motivos de segurança.
Referiu ainda que as orientações estratégicas para o sector ferroviário definem "a segurança como uma das principais apostas".
"Seguramente que nunca serão questões orçamentais que vão pôr em causa investimentos necessários para a segurança", sublinhou.
Instada a comentar o facto de, na semana passada, a Refer ter assumido pela primeira vez que o futuro da linha do Tua está dependente da barragem de Foz Tua, a responsável considerou haver um "equívoco" porque a empresa dona da linha "participou na consulta pública tal como todas as entidades e fê-lo no âmbito do exercício do seu livre arbítrio".
"Nunca vi a Refer dizer que não sabia que existia um projecto de construção da barragem. Vi sim algumas notícias que diziam que a Refer dizia que não o conhecia", referiu.
A Refer nunca se tinha pronunciado sobre as implicações da barragem, apesar de todos os estudos apontarem para a submersão de parte da linha, independentemente da cota da albufeira.
O início da construção da barragem de Foz Tua aguarda pela Declaração de Impacte Ambiental que, caso seja favorável, implicará a desactivação imediata dos últimos quatro quilómetros da linha.
nLusa
Linha do Corgo só reabre em Setembro de 2010Afinal, o governador civil de Vila Real, Alexandre Chaves, não sabia do que falava quando, na semana passada, disse que a Linha do Corgo deveria abrir ainda este ano.
"Seria impossível reabrir tão cedo", garantiu ontem, na presença do próprio governador civil, a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, logo após ter anunciado que aquela linha só deverá voltar a receber o comboio em Setembro de 2010. Ou seja, daqui a um ano e meio. Ainda assim, mais cedo do que a Linha do Tâmega, cujos trabalhos de reabilitação deverão demorar dois anos.
A governante, que se reuniu, de manhã, em Amarante e, à tarde, em Vila Real com autarcas e outros responsáveis regionais, anunciou ainda o lançamento, até ao final do próximo mês de Junho, da empreitada de electrificação do troço Caíde/Marco da Linha do Douro, no montante de 70 milhões de euros. A electrificação do troço Marco/Régua, essencial para tornar o comboio da Linha do Douro competitivo, não está ainda calendarizada (o projecto de execução está a ser feito).
Ana Paula Vitorino justificou os prazos alargados para a reabilitação das Linha do Corgo e do Tâmega com a natureza dos trabalhos que é necessário fazer. "Vai ser feita uma reabilitação quase total das linhas", afirmou. Irão ser substituídos os carris, travessas, balastro e fixações e realizadas intervenções em vertentes, muros, taludes, drenagem e passagens de nível. A Refer tenciona investir 15,3 milhões de euros na Linha do Tâmega e 27,3 milhões na Linha do Corgo.
Algumas dezenas de populares do vale do Corgo deslocaram-se ontem a Vila Real, mas acabaram por desmobilizar mal foram informados da data prevista para a reabertura da linha. Nem mesmo a falta de informação prévia dos utentes animou os ânimos.
Ana Paula Vitorino explicou que tomou a decisão de encerrar as duas linhas no passado dia 24, após ter recebido nesse mesmo dia um relatório que apontava para a possibilidade de poderem ocorrer acidentes devido ao mau estado das vias. A governante diz ter levado em conta a opinião de peritos suíços habituados a lidar com linhas de montanha.
42,6 milhões de euros é quanto a Refer tenciona investir na recuperação das linhas n
Pedro Garcias
OS COMBOIOS NÃO SABEM NADAR