sábado, 17 de janeiro de 2009

REFER e estado das vias férreas

Todos sabemos que a REFER ao modificar o sistema antigo de conservação das vias férreas com uma grande mão de obra espalhada ao longo da via por equipas móveis de pequena intervenção, meios tecnológicos mais modernos de diagnóstico da situação da via e entrega das intervenções mais complexas a empreiteiros, correu o risco de não existir uma monitorização permanente da via ganhando ao invés melhorias nos rácios económicos da manutenção da mesma.

Logicamente as vias com menos tráfego passaram a ter uma atenção mais pontual do que aquelas onde o tráfego é intenso e que por isso estão sujeitas a uma atenção masi minuciosa e frequente.

O que não se pode é confundir e meter tudo no mesmo saco, como recentemente um jornalista o fez, ao juntar entre outros os troços de Figueira da Foz-Pampilhosa e Faro-Vila Real de Santo António como iguais em termos do que anteriormente se disse.

Enquanto o primeiro tem três circulações diárias em cada sentido, o segundo, em dias úteis, tem mais de uma dezena de circulações em cada sentido.

E já não falamos das velocidades que podem ser praticadas nos mesmos!

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